2025-07-292025-07-29https://hdl.handle.net/20.500.11968/7585This paper critically examines the prevailing paradigms of environmental and spatial justice, emphasising the existing disparities in policies that predominantly favour human interests while overlooking the fundamental rights and well-being of non-human species. Despite the growing acknowledgement of the importance of establishing a deeper connection between human and non-human actors for overall well-being, a pervasive speciesism mindset persists, distancing humans from the broader natural world. This separation from nature profoundly influences the formulation of policies and justice, establishing a bias that focuses primarily on human concerns and environmental conditions tailored to human well-being. Architects and planners, despite possessing the potential to enrich habitats for various species, frequently adopt human-centric approaches that marginalise other-than-human entities, restricting their access to the immediate surroundings of human territories and impeding opportunities for immersive nature experiences. This article advocates for a comprehensive paradigm shift in architectural practices, urging a more inclusive and equitable approach that extends spatial and environmental justice to encompass the diverse needs and rights of both human and non-human species within the urban landscape. The conclusions underscore the urgent need for architects and planners to re-evaluate their approaches, fostering an environment that supports coexistence and acknowledges the interconnectedness of all species. In the face of global biodiversity concerns and international frameworks such as the Kunming-Montreal Global Biodiversity Framework, the research contributes to the discourse on sustainable and ethical design practices, advocating for a future where spatial and environmental justice extends its reach beyond the confines of human experience to create a respectful and just coexistence with the entire ecological community.Este artículo examina críticamente los paradigmas predominantes de justicia ambiental y espacial, enfatizando las disparidades existentes en políticas que predominantemente favorecen los intereses humanos mientras pasan por alto los derechos fundamentales y el bienestar de las especies no humanas. A pesar del creciente reconocimiento de la importancia de establecer una conexión más profunda entre los actores humanos y no humanos para el bienestar general, persiste una mentalidad de especismo pervasiva que distancia a los humanos del mundo natural más amplio. Esta separación de la naturaleza influye profundamente en la formulación de políticas y justicia, estableciendo un sesgo que se centra principalmente en las preocupaciones humanas y en las condiciones ambientales adaptadas al bienestar humano. A pesar de poseer el potencial para enriquecer hábitats para diversas especies, arquitectos y planificadores adoptan frecuentemente enfoques centrados en el ser humano que marginan entidades que no son humanas, restringiendo su acceso a los alrededores inmediatos de los territorios humanos e impidiendo oportunidades para experiencias inmersivas en la naturaleza. Este artículo aboga por un cambio de paradigma integral en las prácticas arquitectónicas, instando a un enfoque más inclusivo y equitativo que extienda la justicia espacial y ambiental para abarcar las diversas necesidades y derechos de las especies humanas y no humanas dentro del paisaje urbano. Las conclusiones subrayan la urgente necesidad de que arquitectos y planificadores reevalúen sus enfoques, fomentando un entorno que apoye la coexistencia y reconozca la interconexión de todas las especies. Frente a preocupaciones globales sobre la biodiversidad y marcos internacionales como el Marco Global de Biodiversidad Kunming-Montreal, esta investigación contribuye al discurso sobre prácticas de diseño sostenible y ético, abogando por un futuro donde la justicia espacial y ambiental amplíe su alcance más allá de los límites de la experiencia humana para crear una coexistencia respetuosa y justa con toda la comunidad ecológica.Este ensaio examina criticamente os paradigmas predominantes de justiça ambiental e espacial, enfatizando as disparidades existentes em políticas que predominantemente favorecem os interesses humanos, enquanto negligenciam os direitos fundamentais e o bem-estar das espécies não humanas. Apesar do crescente reconhecimento da importância de estabelecer uma conexão mais profunda entre os atores humanos e não humanos para o bem-estar geral, uma mentalidade pervasiva de especismo persiste, afastando os humanos do amplo mundo natural. Esta separação da natureza influencia profundamente a formulação de políticas e justiça, estabelecendo um viés que se concentra principalmente nas preocupações humanas e nas condições ambientais adaptadas ao bem-estar humano. Arquitetos e planejadores, apesar de possuírem o potencial para enriquecer habitats para várias espécies, frequentemente adotam abordagens centradas no ser humano que marginalizam entidades que não são humanas, restringindo seu acesso aos arredores imediatos dos territórios humanos e impedindo oportunidades para experiências imersivas na natureza. Este artigo defende uma mudança abrangente de paradigma nas práticas arquitetônicas, instando a uma abordagem mais inclusiva e equitativa que estenda a justiça espacial e ambiental para abranger as diversas necessidades e direitos tanto das espécies humanas como não humanas dentro do cenário urbano. As conclusões destacam a urgente necessidade de os arquitetos e planejadores reavaliarem suas abordagens, promovendo um ambiente que apoie a coexistência e reconheça a interconexão de todas as espécies. Diante das preocupações globais com a biodiversidade e dos frameworks internacionais como o Marco Global de Biodiversidade Kunming-Montreal, este ensaio contribui para o discurso sobre práticas de design sustentável e ético, defendendo um futuro em que a justiça espacial e ambiental amplie seu alcance além dos limites da experiência humana para criar uma coexistência respeitosa e justa com toda a comunidade ecológica.application/pdftext/htmltext/xmlCoexistenceMore-than-humans justiceMultispecies designEcological architectureHuman-nature separationSocial acceptanceSpeciesismUrban wildlifeUrban habitatsLiving with natureConvivenciajusticia más-que-humanadiseño multiespeciesarquitectura ecológicaseparación humano-naturalezaaceptación socialespecismofauna urbanahábitats urbanosconvivir con la naturalezaConvivênciajustiça mais que humanadesign multiespéciesarquitetura ecológicaseparação humano-naturezaaceitação socialespecismovida selvagem urbanahabitats urbanosconviver com a naturezaDesigning the Urban Coexistence: Challenging Speciesism for Equitable Spaces Beyond Human BoundariesDiseñando la coexistencia urbana: Desafiando el especismo por espacios equitativos más allá de los límites humanosProjetando a Coexistência Urbana: Desafiando o especismo por espaços equitativos além dos limites humanos.info:eu-repo/semantics/articleDerechos de autor 2023 Filippo Vegezzihttp://creativecommons.org/licenses/by/4.0